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Cidade de Tete está bem abastecida



O mercado da cidade de Tete tem criadas condições básicas para uma quadra festiva tranquila a atender pela disponibilidade de produtos alimentares de primeira necessidade.


O facto foi dado a conhecer pela directora nacional adjunta do Comércio Interno, Suzana Mafuiane, num breve balanço da visita efectuada aos mercados da cidade de Tete.


“O mercado está repleto de produtos alimentares básicos para uma boa festa do Natal e de passagem do ano. Durante as visitas vi ovos à fartura, bebidas diversas, entre outros géneros alimentícios, para festas condignas”, concluiu a nossa fonte.  


Para se inteirar do nível de abastecimento em géneros alimentares de primeira necessidade na província de Tete, uma delegação do Ministério da Indústria e Comércio visitou de 13 a 15 de Dezembro, os mercados informais e formais locais.


A comitiva, chefiada pela directora nacional adjunta do Comércio Interno, Suzana Mafuiane, percorreu várias bancas dos mercados municipais 1º de Maio e Kwachene, onde dialogou com os comerciantes.


Apelou, na ocasião, para que os comerciantes se abstenham da prática de preços especulativos que normalmente são praticados por esta altura do ano por comerciantes de má-fé.


A maioria dos produtos frescos é adquirida no planalto de Angónia e em campos agrícolas dos arredores da cidade de Tete.


“Pelo que vejo não há necessidade de aumentarem os preços porque os produtos, na sua maioria, vêm do interior da província”, apontou Mafuiane.


No diálogo com os comerciantes dos dois maiores mercados municipais da cidade de Tete, a directora nacional adjunta do Comércio Interno chamou a atenção para que os comerciantes exponham o preçário de cada produto na prateleira.


“É obrigatória a colocação do preço por quilograma de cada produto para o cliente poder apreciar. Informo que vamos tomar medidas administrativas aos teimosos”, alertou.


Nos dois mercados, os comerciantes apontaram a relativa subida de preços de batata reno dos anteriores 30 meticais, o quilograma, para 50 meticais, proveniente do Planalto de Angónia e de 50 para 70 meticais, da África do Sul.

“A batata de Angónia, compramos o saco de 200 a 220 quilogramas por 6000 meticais ao produtor  contra os anteriores 3.500. Para obtermos algum rendimento, depois do pagamento do frete, aumentamos o preço aqui no mercado”, indicaram.


Já nos grandes supermercados, a delegação do Ministério da Indústria e Comércio, apelou à observância dos prazos estipulados nos produtos expostos nas prateleiras para se evitar oportunismo.


“Devem evitar colocar produtos alimentares fora do prazo ou com datas muito próximas de vencer, em prejuízo da saúde pública. Caso sejam notados casos idênticos, não hesitaremos na tomada de medidas”, recomendou Suzana Mafuiane.

Aos quadros ligados à comissão das festividades, a directora nacional adjunta do Comércio Interno, orientou no sentido de manterem as visitas de fiscalização e inspecção para detectarem possíveis irregularidades.


BERNARDO CARLOS



Jornal Notícias

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