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Inhambane procura atrair investidores – Jornal Notícias



A PROVíNCIA de Inhambane acolhe quinta e sexta-feira uma conferência de investidores com objectivo de buscar melhores estratégias para o aproveitamento de potencialidades económicas existentes para relançar o progresso sócio-económico desta região do país.


Para o efeito, temas como oportunidades e potencialidades da província o agro-processamento como indutor do desenvolvimento local, desafios do sector de turismo, entre outros, constituem pacote das matérias arroladas para o debate.


Prevê-se que participem no evento parceiros da operação, sociedade civil, amigos, naturais residentes e não residentes.


A conferência de investidores, a segunda na história da província, tem lugar numa altura em que os índices de pobreza tendem baixar, mercê de um trabalho conjugado por todos intervenientes.


Dados divulgados semana passada durante a XVIII sessão do observatório de desenvolvimento indicam que a pobreza reduziu seis por cento, ao sair de 54,6 por cento em 2009, para 48,6 por cento em 2014.


A província édetentora de oportunidades de negócio nas áreas de agroindústria, energias renováveis, transporte e comunicações, obras públicas e habitações, além do turismo, tido como uma das principais áreas para alavancar a economia local.


O mapeamento feito a nível local mostra que com o desenvolvimento da cadeia de arroz em 15.436,4 hectares, produção de caju, investimento no processamento de mandioca, castanha de caju, madeira, leite de vaca, de carne seus derivados, frutas, piripiri e outras culturas produzidas localmente, podem dinamizar a agro-indústria e fazer de agricultura uma actividade comercial rentável.


O Governo da província pretende alertar os parceiros e homens de negócios a pertinência do financiamento da construção da estrada Mapinha/Pafúri. Com 517 quilómetros, a N222, também considerado futuro corredor de desenvolvimento da região sul, necessita de 705.570.000,00 de meticais. Estabeleceráa ligação entre a vizinha África do Sul e as três províncias do sul do país, podendo desta forma impulsionar o turismo, através da redução da distância percorrida pelos turistas que vivendo no norte da África do Sul, pretendem escalar o norte da província de Inhambane, nomeadamente Bazaruto, Inhassoro e Vilankulo.


Ainda na facilitação da livre circulação de pessoas e bens, continua actual, a iniciativa da construção de uma ponte sobre a baía de Inhambane ligando as cidades da Maxixe e a capital provincial. O projecto estáavaliado em mais de 125 milhões de meticais.


A ligação marítima entre o continente, Vilankulo e Inhassoro e o arquipélago de Bazaruto éoutro projecto em carteira, necessitando, para o efeito, de uma embarcação para o efeito. Calcula-se em pouco mais de 500 mil pessoas que anualmente atravessam as cerca de 24 milhas desta baía de Vilankulo a Bazaruto e deste ponto para Vilankulo ou Inhassoro.


Ainda nas Obras Públicas, Inhambane precisa de parcerias para a esfaltagem das estradas Massinga/Funhalouro e Homoíne /Inharrime, passando pela via sede do distrito de Panda. Esta última estrada trata-se da continuidade do trabalho que iniciou com a asfaltagem da secção Maxixe/Homoíne. A ideia é que as ligações da EN1 para as sedes distritais ou entre sedes distritais seja feita por estradas asfaltadas.


A província de Inhambane acolhe quinta e sexta-feira uma conferência de investidores com objectivo de buscar melhores estratégias para o aproveitamento de potencialidades económicas existentes para relançar o progresso sócio-económico desta região do país.


Para o efeito, temas como oportunidades e potencialidades da província o agro-processamento como indutor do desenvolvimento local, desafios do sector de turismo, entre outros, constituem pacote das matérias arroladas para o debate.


Prevê-se que participem no evento parceiros da operação, sociedade civil, amigos, naturais residentes e não residentes.


A conferência de investidores, a segunda na história da província, tem lugar numa altura em que os índices de pobreza tendem baixar, mercê de um trabalho conjugado por todos intervenientes.


Dados divulgados semana passada durante a XVIII sessão do observatório de desenvolvimento indicam que a pobreza reduziu seis por cento, ao sair de 54,6 por cento em 2009, para 48,6 por cento em 2014.


A província édetentora de oportunidades de negócio nas áreas de agroindústria, energias renováveis, transporte e comunicações, obras públicas e habitações, além do turismo, tido como uma das principais áreas para alavancar a economia local.


O mapeamento feito a nível local mostra que com o desenvolvimento da cadeia de arroz em 15.436,4 hectares, produção de caju, investimento no processamento de mandioca, castanha de caju, madeira, leite de vaca, de carne seus derivados, frutas, piripiri e outras culturas produzidas localmente, podem dinamizar a agro-indústria e fazer de agricultura uma actividade comercial rentável.


O Governo da província pretende alertar os parceiros e homens de negócios a pertinência do financiamento da construção da estrada Mapinha/Pafúri. Com 517 quilómetros, a N222, também considerado futuro corredor de desenvolvimento da região sul, necessita de 705.570.000,00 de meticais. Estabeleceráa ligação entre a vizinha África do Sul e as três províncias do sul do país, podendo desta forma impulsionar o turismo, através da redução da distância percorrida pelos turistas que vivendo no norte da África do Sul, pretendem escalar o norte da província de Inhambane, nomeadamente Bazaruto, Inhassoro e Vilankulo.


Ainda na facilitação da livre circulação de pessoas e bens, continua actual, a iniciativa da construção de uma ponte sobre a baía de Inhambane ligando as cidades da Maxixe e a capital provincial. O projecto estáavaliado em mais de 125 milhões de meticais.


A ligação marítima entre o continente, Vilankulo e Inhassoro e o arquipélago de Bazaruto éoutro projecto em carteira, necessitando, para o efeito, de uma embarcação para o efeito. Calcula-se em pouco mais de 500 mil pessoas que anualmente atravessam as cerca de 24 milhas desta baía de Vilankulo a Bazaruto e deste ponto para Vilankulo ou Inhassoro.


Ainda nas Obras Públicas, Inhambane precisa de parcerias para a esfaltagem das estradas Massinga/Funhalouro e Homoíne /Inharrime, passando pela via sede do distrito de Panda. Esta última estrada trata-se da continuidade do trabalho que iniciou com a asfaltagem da secção Maxixe/Homoíne. A ideia é que as ligações da EN1 para as sedes distritais ou entre sedes distritais seja feita por estradas asfaltadas.

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